Justiça e Vingança
Capítulo I: A Razão
Há muito tempo, existia um pequeno continente abundante de planícies e áreas rochosas que era chamada de Canerdot. Canerdot era um reino repeto de vida e de criaturas perigosas por onde fosse. Nela havia três reinos distintos, um era Eurin, um reino decadente e pútrido, Denetor, reino nobre e próspero, e o misterioso reino de Trux.
Eurin é um reino de decadente das sombras de uma grande civilização que, de combiça de poder, se destrui, cediada nas profundezas de um gigantesco pântano que cobre a cidade inteira, Eurin vive longe da luz, mesmo o mais ensolarado dos dias, Eurin permanecia negra, sombria e escura, parecia que a luz não conseguia adentrar entre suas terras. Em Eurin vive a escórida de Canerdot, somente aqueles que um dia trairam, mataram, desejaram o mal profundamente, encontram o caminho para este reino, nele vive des de bruxos amaldiçoados, Cavaleiros que romperam seus códigos de contuta, ate seres místicos como mortos-vivos, licantropos ( seres metade humanos, metades bestas), seres que foram amaldiçoados pelos seus criadores. Mesmo sendo decadente, Eurin tinha tambem um rei, porem ele era autoritário e nunca usava proprio nome, ele simplismene se intitula-va Soberando Rei da Morte, Munido de uma espada bastarda(uma espada longa e pesada, de em média um metro e setenta a dois centímetros) e armado por uma armadura sombria feita de ossos que diz ele dos enimigos que um dia tentaram destrona-lo. Eurin é um reino de morte de desgraça, ninhem que queira ir lá ira encontra-la, aqueles que temem um destino cruel provavelmente seguiram a trilha em direção dela.
Trux, um reino distande localizado alem da Cordilheira Vermelha, ninhem ao certo sabe como realmente é aquela cidade, pois ninguem que um dia foi aquela cidade, voltará. A vista de longe, um grande detalhe e marca do reino de trux, é uma gigantesca torre vermelha que parecia alcançar o ceu, cediado quase que dentro de um vale, era quase impossivel chegar nem perto dela, pois alem de Trux ficar ao lado do Reino de Fogo, lar dos temidos dragões de Canerdot, aquele vale possuia bestas a espreitas sedentas de sangue e carne, mesmo os mais fortes e corajosos guerreios temiam tal lugar, ninguem sabe ao certo se existe vida ou não naquele reino, o que se sabe que ao ficar as froneira do vale onde fica Trux, se ouve gritos e faiscas de espadas, como se ouvese uma guerra lá a toda hora. Trux é um reino tenebroso onde os sábios não arriscam suas vidas adentrando-o.
E por último Denentor, o reino da luz e da salvação, um reino grande a ponto de olhar em ao horizonte e não enxergar suas fronteiras, um reino cercado por grande muralhas, de brancas pareciam marmore, desgastadas por anos de guerra, firme e imponente ao seu centro se localiza, a vista de todo o reino, um gigantesco e luxuoso castelo branco que parececia dourado a luz do entardeçer. Denetor e um reino formado por sua grande parte por classes de de grandes paladinos( uma classe de cavaleiros nobres e dedicados fielmente ao código de conduta dos cavaleiros), cavaleiros e clérigos de várias ordens, tendo clans imponentes e antigos, o mais poderoso era a Ordem Sagrada, esta ordem forma uma milicia a favor do povo, defendendo-os de qualquer mal que os venha a ameaçar por causa da Ordem Sagrada, Denetor tinha a fama de a cidade sagrada. Alem da ajuda da Ordem Sagranda, Denetor possuira a fama de impenetravel e insoluta, assim como o seu rei e soberano, Zenius. Zenius era já um senhor, porem sua vitalidade parecia de um jovem bondoso e cauteloso com sua cidade, Zenius sempre ajudava seu povo, de tal bondade elejeu um plebeu como conselheira, este era Julian Might. Julian Might, uma pessoa humilde era viúvo e sustentava duas crianças, Daner e Nedir, ambos com 11 anos cada. Sendo des de jovem bom em aconselhamentos, acabou, por causa de suas habilidades diplomáticas, sendo apreciado pelo rei em pessoa, que o ajudou muito o rei em assuntos tanto em assuntos simples ate assuntos de guerra.
Porem Denetor nunca viveu realmene em dias tranquilos, há muito tempo, a cidade de Denetor tinha suas cicatrizes de guerra contra ataques quase que diários de dragões comandados por um poderoso soberano dragão chamado de Greker. Ele contestava que a raça dele existia muito tempo antes do aparecimento de humanos naquele continente, ele já era possuidor de mais da metade norte de Canerdot, mas sua sede por poder era insaciável, em sua jornada por poder, ele comandou todos os dragões de Canerdor. Naquela época Canerdor era um lugar nada seguro de se viver. Mesmo comandando poderoso dragões, Denetor possuía grande defesa, reforçando suas fronteiras com gigantescas balistas, e por esse motivo esse confronto durou anos a fio. Porem estranhamente Greker nunca mostrou interesse de atacar Eurin nem Trux, por outro lado ele cobiçava muito Denetor. Zenius nunca aceitaria tal insolência mesmo sabendo dos poderes dos dragões, mas sua fé em seu povo era mais forte. Era obvio que ambos os lados, nunca iriam ceder essa batalha tão cedo. Por muito tempo esses ataques se tornaram rotineiros, até que um dia os dragões pelo comando de Greker repentinamente pararam de atacar. O povo de Denetor comemorava achando que o terror dos dragões tinha acabado, fizeram festas que duravam dias, porem era só o começo de uma grande mudança daquela época, ao passar das semanas os povo de Canerdor perceberam que o céu começando a se tornar vermelho ao norte, onde fica o lar de Greker e dos ninhos dos dragões.
Um trágico dia um único dragão chega aos portões de Denetor, tal fera deixa um recado escrito em rocha bruta que carregava em suas costas, tal pedra foi levada até o rei, mas necessário ajuda de Tradutores para traduzir aquela escrita draconica, e nela estava escrito:
“Eu, Greker, rei dos dragões, proclamo que nosso conflito seja agora uma guerra contra teu reino, sua desistência não possui nenhum valor mais, à batalha final começará ao alvorecer, seu fim de seu reino chegou.”
Pasmo com tal ousadia o rei envia um alerta geral a cidade, muitos cidadões fogem de medo para pequenos vilarejos longe de Denetor com medo de tal intimação de um dos mais poderosos serem naquela terra, pois achavam que nunca os humanos iriam vencer Greker e seus dragões. Porem todos da cidade que fugirem e se refugiarem seriam sumariamente exilados e considerados traidores do rei e de Denetor. Nas mesmo tendo muitas pessoas com medo,por outro lado havia pessas que amavam aquele reino e iriam defender ele com determinação mesmo que isso leve a morte deles, essa era a principal conduta de Denetor, era o que eles chamavam de espírito de salvação.
O conselho bruxo, que dês de sempre auxiliava o Zenius em quase todos os assuntos, une forças e em um ato de desespero e sacrifício criam uma poderosa espada, uma espada quem em seu nascimento foi proclamada de a Espada da Dominação, uma espada com um poder extremo de realizar o mais forte e profundo desejo daquele que o embainhar, mas poucos a tocariam, pois a espada por possuir tal poder, avia criado personalidade e somente ela escolheria seu mestre.
Julian, que dês de pequeno cobiçava secretamente o poder e luxuria, queria destronar o rei e tomar tua posse, se alegra em saber dessa guerra, afinal se Zenius morrer em combate e ele não tinha nenhum parente de sangue, ele automaticamente seria consagrado rei. Isso seria o plano perfeito, sem Zenius em seu caminho,ele seria de um simples cidadão a rei de um grande reino de Denetor.
Amanhece o dia onde o horizonte estava vermelho, dês mil homens apareceram no campo de batalha a frente de das fronteiras de Denetor, entre eles clérigos, guerreiros, magos e em sua grande maioria cavaleiros e paladinos. Todos ansiosos e apreensivos com uma batalha que seria de longe memorável, eles sabiam que ou voltariam para Denetor como heróis, ou morreriam em honra no campo de batalha. Ao longe se vê os guinchados e bolas de fogo no ar.Ao norte, o céu que era vermelho parecia ir em direção deles, era Greker seguido de mais ou menos trezentos dragões sedentos de sangue e determinação de dominar tal reino. Ambos Zenius e Greker sabiam que tudo acabaria naquele campo de batalha, ambos determinados a derrotar seu oponente em prol de seus opjetivos. A quase um kilometro das fronterias de Denetor, Greker pousa no chão e manda todos os outros dragões fazerem o mesmo, no seu ato de provocar seu inimigo Greker manda todos os dragões erguerem suas cabeças ao céu de darem uma gloriosa baforada de fogo, juntas elas pareciam formar uma barreira de fogo, para muitos cavaleiros aquilo seria como o visão do inferno, porem eles estavam determinados a seguir em frente desse inferno para defender seu amado reino. Por um breve momento após aquela exibição de poder,um silêncio cobre o campo de batalha, ninguém da um passo a frente,porem sempre encarando o enimigo, até que Greker levanta sua mão, aponta para Denetor grita:
“Agora irmãos vamos tomar o que nos é por direiro, não deixaemos essa raça podre tirar o que é nosso, até que o ultimo de nos sobreviva, nunca nos renderemos.... ATAQUEM!!!”
Agora o confronto final começa, dês mil homens contra o que pareceria mais de trezentos dragões. Mesmo com a vantagem numérica, esta guerra estava intesa para ambos os lados, no centro do campo de batalha estava Greker e Zenius lutando ferosmente entre si no alto de um rochedo, aquela guerra era de longe a mais intensa de violenta já presenciada naquelas terras.
Nenhum dos lados parecia ceder, esta guerra durou semanas. Sobraram poucos dragões e algumas dezenas de cavaleiros. Zenius, frente e frente de Greker, após finalmente achar uma brecha em sua defesa, achava que aquela era a hora perfeita para ver se A Espada o aceitaria, e ao desembainhá-la e ergue-la ao céu, ela começou a emir um forte brilho branco, o brilho que iluminará todo o campo de batalha, o brilho da justiça, e com um só golpe enfinca a espada na cabeça de Greker e a fixando em um rochedo, finalizando de vez aquela guerra. Todos os outros dragões ao ver seu líder e rei morrer fogem para alem da Cordilheira Vermelha, a fronteira entre o ninho deles e da visão de Denetor.
Os cavaleiros que voltam daquele monstruoso combate foram consagrados e por provarem sua bravura diante de tal combate e inspirou seu povo e incentivou o treinamento de mais cavaleiros.
Julian indignado ao ver que Zenius ainda estava vivo, decide matar o rei de uma vez por todas com suas próprias mãos. No banquete de comemoração à vitória sobre Greker, Julian oferece uma taça de vinho ao rei, Zenius que nunca desconfiou de Julian bebe o continua sua comemoração. Naquela mesma noite Julian aproveita as más condições do rei e invade seu salão de tesouros, lá ele vê ouro e jóias de parede a parede e no centro um cálice com um líquido brilhante dentro dele, Julian lembra de uma lenda de um cálice conquistado pela família de Zenius que lhe daria a vida eterna que o bebesse. Já insano pela quantidade de ouro e a cobiça subindo sua cabeça, ele decide beber de tal cálice, ao beber ele sente uma juventude indescritível em seu corpo e alma, ele acabara de conseguir a vida eterna.
Também naquela noite o rei já estava com o quase morto por causa do forte veneno dado por Julian, e em seu leito de morte diz para um grande amigo chamado Folg que era um aprendiz de clérigo:
-Folg, meu amigo, estou morrendo, mas não foi por causa da guerra, alguém me envenenou de alguma maneira, prometa que fará desse reino um reino justo que o bem sempre prevaleça nessas terras.
Folg lembra que Julian tinha colocado algo em uma taça de vinho que entregara a Zenius e diz:
- Meu rei eu sei que fez isso com você.
E em seu último fôlego Zenius diz:
-Faça justiça a minha morte Folg, eu confio em você...
Zenius morre nos braços de Folg. Folg chora e com um pesar na mente avisa de manhã em praça pública a morte do rei, Julian estava esperando ansiosamente Folg avisar que ele seria o novo rei até que o que ele não esperava acontece, Folg revela o plano de Julian, Julian foge para fora da cidade perseguido pelos guardas reais. Muito longe eles percebem que Julian não estava nem um pouco cansado, ao conseguirem alcançá-lo, tentaram em uma batalha intensa, de tudo para matara Julian, mas tudo era inútil, eles em pânico e desespero fogem para a cidade e falsamente dizem que mataram Julian. Seu filho Daner ao ouvir isso entra desespero enquanto Nedir não acredita que seu pai faria algo tão mal como matar o rei e morrer pelos guardas reais. Folg coloca a mão no ombro dos garotos para tentar consolar eles. Daner o abraça chorando enquanto Nedir bate na mão de Folg e grita chorando:
- MEU PAI NÃO MATOU O REI, MEU PAI NÃO MORREU, ELE NÃO PODE, NÃO PODE!
Nedir foge muito rápido, foge para longe de tudo e de todos, ele foge para longe das fronterias de Denetor, sem direção fugiu por dias, sem perceber ele chegará aos portões de Eurin, lá ele encontra um homem alto e sombrio com uma armadura com entales de crânios. Ele se vira para aquele garoto e pergunta:
-Tu criança, o que o levas a chegar em tal reino amaldiçoado, sabes que somente os condenados pelo destino conseguem adentrar nessas terras?
Nedir explica chorando o que aconteceu com o seu pai e pergunta como conseguiu chegar aqui.
Tal homem novamente olha para ele com um olhar frio desapontado e diz:
-Pobre criança, tão jovem já amaldiçoado pelo destino, tu viverá para pagar pelos erros de teu pai, mas teus olhos, eles ardem em fúria, tu não sabe mas eu sou o Soberano Rei da Morte, ou como teu povo diz o rei desse reino, por ser uma alma tão jovem irei te treinar para que um dia seja tão forte quanto eu e governe Eurin.
Nedir, por mais que esteja assustado com aquele que se chamava o Soberano Rei da Morte decide ser seu discípulo e a se submeter ao seu treinamento para em sua mente reaver o orgulho perdido por causa dos erros de seu pai.
Enquanto Nedir segue seu cainho tendo em mente que é um condenado pelos atos de seu pai, Daner, por influência própria e de Folg, decide tornar-se um Cavaleiro para limpar o nome de sua família. Ambos os garotos, mesmo jovens, tinham uma vontade incomensurável de se tornarem mais forte.
Dês anos se passaram. O Soberano do Rei da Morte já havia sumido há muito tempo e agora Nedir se tornou o mais forte cavaleiro negro e Senhor de Eurin. Em Denetor, seu povo havia elegido um novo rei, seu nome era Artur, e Daner, consagrado pela luz da justiça se tornará o que todos chamam de cavaleiro divino, e o mais forte dentre os cavaleiros de Denetor, tudo por causa de seu antigo amigo Folg que se tornou o mais sábil de Ternut, a mais poderosa igreja de Denetor.
Mesmo muitos anos após a guerra de Greker, o povo de Denetor odiava dragões e tudo relacionado a eles, qualquer um que ousar falar o nome de Greker ou sobre dragões seria severamente punido. Dragões eram considerados piores que demônios em Denetor.
Espero que gostem

eu li ate a metade e fui dormir pq tava mto tarde vou ler o resto hoje ^^
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